Fui convidada para passar o São João na Chapada no sitio de uma amiga. A única informação que recebi sobre o local foi que estava frio. Seria a oportunidade de descansar a mente, rever conceitos e me re-energizar para encarar a realidade soteropolitana. Chegamos a tarde e já recebi a lamentável notícia de que não tinha água na casa. Não se preocupem, tem um rio aqui pertinho, tomaremos banho nele e traremos água para casa em garrafões! Já fiquei empolgada com a aventura de tomar banho num rio, só desanimei mesmo quando senti meus pés dormentes de tão gelada que a água estava, foi ai que me lembrei que estava na Chapada, no inverno. Imaginem entrar num isopor de gelo derretido, me arrepio só de lembrar. Resolvemos que, por questão de saúde, esquentaríamos a água para tomar banho, afinal banho gelado misturado com o frio da chapada poderia dar princípio de pneumonia. Essa decisão fez com que precisássemos otimizar e intensificar as idas ao simpático riozinho. Segue vídeo mostrando o relaxante e inusitado São João:
Não pensem que esta experiência árdua acabou com o feriadão, ao contrário, foi o que deu graça e colorido. Foi uma viagem a origem de tudo, uma oportunidade de vivermos como os nativos da região e de percebermos como o conhecimento é relativo. No primeiro dia fiquei imaginando como aquelas pessoas viviam ali, sem internet, baladas, sem viajar para outros lugares, sem nem imaginar as loucuras e diferenças que há no mundo. Pensava em tudo que já vi e vivi e me sentia grande perto deles. Nos últimos dias percebi que em outros aspectos eles sabem muito mais que eu; sabem transformar mandioca em farinha, grãos de café em pó, sabem viver sem geladeira e sabem aceitar as decisões divinas sem grandes questionamentos, sendo felizes com o que tem, isso mesmo felizes, me senti minúscula diante deles. Segue vídeo da pessoa mais feliz e linda que já conheci, a apaixonante Dona Belinha, que joga futebol de meião e tudo:
Casos pessoais, de amigos próximos e inimigos distantes, aumentados em proporções astronômicas e divertidas, com o objetivo de levar alegria e só.
29 de junho de 2010
28 de junho de 2010
Bonequinha de Bidu!
Renatudinha Colgate fez o maior sucesso em Ibicoara, despertando a paixão do caseiro do sítio, de alcunha Bidu, que encantado com a beleza e com o pouco tamanho da moça passou a chamá-la de bonequinha. Segue vídeo com depoimento da irmã do rapaz, confirmando o interesse de Bidu por Renatudinha.
É a Bonequinha de Bidu, é?!
É a Bonequinha de Bidu, é?!
22 de junho de 2010
São João
Neste São João eu vou me isolar no meio do mato, num retiro espiritual, sem espada ou cobrinha, para tentar uma auto-transformação e voltar para civilização mais séria e menos pirracenta. Espero conseguir, mas não sei se é vontade divina que eu mude para pior.
Como não há internet na floresta encantada ficarei distante do meu amado Blog, mas isso não significa que meu maravilhoso mundo vai parar. Continuo de olhos atentos e bem abertos.
Bom São João a todos. Juízo, pero no mucho!
Como não há internet na floresta encantada ficarei distante do meu amado Blog, mas isso não significa que meu maravilhoso mundo vai parar. Continuo de olhos atentos e bem abertos.
Bom São João a todos. Juízo, pero no mucho!
21 de junho de 2010
Novo Point Gobístico
Com a onda de violência que assola Salvador, o novo Point Gobistico mudou de endereço, na verdade mudou de cidade.
Agora o local para azaração, curtição e fechação é no Vale do Capão.
Aumentou a busca por colchões de casal infláveis e barracas de camping.
Tem até agência de viagem organizando excursões para o local. Entre os principais atrativos do vilarejo estão a natureza exuberante e a paz, que está ameaçada neste São João. O Capão será invadido por violões, timbau e dominó.
Até Márcia Franco está pensando em abrir uma filial estilo lounge no local e pelo que pesquisou é certeza de casa cheia nos finais de semana e feriados prolongados.
Uma fonte revelou que o próximo vídeo clipe de Maria Gadú será no vale do Pati e terá vários amigos figurando.
Ão, Ão, Ão eu tô com medo de ir ao Capão.
Haja Palmito de Jaca!
Agora o local para azaração, curtição e fechação é no Vale do Capão.
Aumentou a busca por colchões de casal infláveis e barracas de camping.
Tem até agência de viagem organizando excursões para o local. Entre os principais atrativos do vilarejo estão a natureza exuberante e a paz, que está ameaçada neste São João. O Capão será invadido por violões, timbau e dominó.
Até Márcia Franco está pensando em abrir uma filial estilo lounge no local e pelo que pesquisou é certeza de casa cheia nos finais de semana e feriados prolongados.
Uma fonte revelou que o próximo vídeo clipe de Maria Gadú será no vale do Pati e terá vários amigos figurando.
Ão, Ão, Ão eu tô com medo de ir ao Capão.
Haja Palmito de Jaca!
Moca na Copa
Essa copa promete fortes emoções. Nos dois primeiros jogos tive duas experiências gobisticas diferentes.
O primeiro jogo assisti com amigos mais alegres na casa do DjSoul, com muita música e a presença de pessoas ilustres como Maradona do Nordeste e show de Margareth no intervalo do jogo, que era o que menos importava ali. Poucos sabiam o nome dos jogadores, não tinham idéia do que era um impedimento e quando um jogador caia, não importava em que lugar do campo, pediam pênalti. Em compensação na hora de comemorar os gols, nunca vi igual, ligavam o som e a festa rolava, hilário. O mais engraçado era ouvir durante os 90 minutos do jogo os torcedores gritando Vai Shakira! Dali Beyoncé! Vai Sarajane! E a cada nome era uma festa com gritos e muitas palmas de plásticos. Em breve postarei os ótimos vídeos deste dia.
Já o segundo jogo foi na casa de Cisseta Cabeluda, pessoal mais concentrado, entendido de futebol, teve até bolão. Lady Di-conchinha, como sempre, bem vestida, arrasou num modelito tomara-que-caia verde e amarelo, já a anfitriã estava de maquiagem e fez mechas no cabelo. Preciso repetir esta última informação sobre a anfitriã? Renatudinha Colgate continua em promoção, parcelando em 10 vezes sem juros. Também não faltaram pessoas ilustres como Cátia Cega e a nossa artista Dalit preferida, Dani Wonder, sempre de óculos escuros. O jogo foi ótimo, alguns nem viram o segundo tempo começar. Depois do jogo fui conferir Daniela Mercury no Farol, confesso que me surpreendi com a até então desconhecida simpatia da cantora, que arrasou cantando favela do parangolé e uma musica dela em ritmo de arrocha, nem preciso dizer que a Brow aqui adorou.
O próximo jogo eu vou assistir no meio do mato e não sei se será muito animado, mas com certeza vai dar Brasil, porque Dunga merece. Nós brasileiros temos a péssima mania de não respeitar líderes ou pessoas que foram importantes, sempre buscando apontar os defeitos e não reconhecer o esforço do próximo. Muito Feio isso!
Bora Shakira!
O primeiro jogo assisti com amigos mais alegres na casa do DjSoul, com muita música e a presença de pessoas ilustres como Maradona do Nordeste e show de Margareth no intervalo do jogo, que era o que menos importava ali. Poucos sabiam o nome dos jogadores, não tinham idéia do que era um impedimento e quando um jogador caia, não importava em que lugar do campo, pediam pênalti. Em compensação na hora de comemorar os gols, nunca vi igual, ligavam o som e a festa rolava, hilário. O mais engraçado era ouvir durante os 90 minutos do jogo os torcedores gritando Vai Shakira! Dali Beyoncé! Vai Sarajane! E a cada nome era uma festa com gritos e muitas palmas de plásticos. Em breve postarei os ótimos vídeos deste dia.
Já o segundo jogo foi na casa de Cisseta Cabeluda, pessoal mais concentrado, entendido de futebol, teve até bolão. Lady Di-conchinha, como sempre, bem vestida, arrasou num modelito tomara-que-caia verde e amarelo, já a anfitriã estava de maquiagem e fez mechas no cabelo. Preciso repetir esta última informação sobre a anfitriã? Renatudinha Colgate continua em promoção, parcelando em 10 vezes sem juros. Também não faltaram pessoas ilustres como Cátia Cega e a nossa artista Dalit preferida, Dani Wonder, sempre de óculos escuros. O jogo foi ótimo, alguns nem viram o segundo tempo começar. Depois do jogo fui conferir Daniela Mercury no Farol, confesso que me surpreendi com a até então desconhecida simpatia da cantora, que arrasou cantando favela do parangolé e uma musica dela em ritmo de arrocha, nem preciso dizer que a Brow aqui adorou.
O próximo jogo eu vou assistir no meio do mato e não sei se será muito animado, mas com certeza vai dar Brasil, porque Dunga merece. Nós brasileiros temos a péssima mania de não respeitar líderes ou pessoas que foram importantes, sempre buscando apontar os defeitos e não reconhecer o esforço do próximo. Muito Feio isso!
Bora Shakira!
Resenhas de Sexta
Sexta eu matei saudades de seres amados: Boca de Morango, Dani Unidos da Tijuca, Sra. Diaba, meu amigo Zé e Renatudinha Colgate. Foi ótimo nosso encontro, quando cheguei Boca de Morango estava praticamente implorando ao garçom para lhe trazer uma porção de feijão fradinho, se estou publicando aqui foi porque ela estava quase de joelhos, mas apesar de toda cena, ela não conseguiu ter o pedido atendido. Fica a dica para quem quiser conquistar o coração da morena, convida para jantar qualquer coisa com feijão fradinho, ela está desejando uma porção. Dani chegou com o conhecido mau humor da fome, mas depois foi se alegrando e no final já queria esticar a noite em alguma balada doida da cidade. Pior foi ela insistindo em tomar roska de morango, que não tinha, e depois que o cara repetia todas as 200 frutas disponíveis ela pedia acerola, que também estava em falta, o jeito foi a Sra Diaba pedir por ela, tangerina. Pronto acabou a história, pode até ter alergia a fruta que não contesta, na verdade ninguém discorda da nossa diabinha querida.
A má notícia da noite foi que Renatudinha voltou a roer as unhas, uma pena, já tá tudo cotó de novo com exceção da unha do dedo indicador direito, que é a única que ela mostra.
O momento estranho da noite foi quando percebi Boquinha fazendo um movimento estranho de guardanapos, achei que ela tinha soltado pum sólido inodoro e estava se limpando, mas para nossa sorte, ela apenas se cortou nas costas e estava estancando o sangue. Foi só um susto. Fica a dica para quem está a fim da morena, ela tem unhas afiadas.
Ai mamãe.
A má notícia da noite foi que Renatudinha voltou a roer as unhas, uma pena, já tá tudo cotó de novo com exceção da unha do dedo indicador direito, que é a única que ela mostra.
O momento estranho da noite foi quando percebi Boquinha fazendo um movimento estranho de guardanapos, achei que ela tinha soltado pum sólido inodoro e estava se limpando, mas para nossa sorte, ela apenas se cortou nas costas e estava estancando o sangue. Foi só um susto. Fica a dica para quem está a fim da morena, ela tem unhas afiadas.
Ai mamãe.
17 de junho de 2010
Mulheres deseperadas
O primeiro jogo da copa foi ótimo, mas uma coisa m chamou a atenção: o desespero das mulheres solteiras. Andam fazendo de tudo para conquistar alguém, super oferecidas.
Nesse mercado competitivo em que vivemos é preciso inovar. Passou levou e ainda divide no crediário.Segue foto de duas coitadas carentes:
Nesse mercado competitivo em que vivemos é preciso inovar. Passou levou e ainda divide no crediário.Segue foto de duas coitadas carentes:
O povo pediu, Moca atendeu
16 de junho de 2010
Presente Divino
Sempre devemos contemplar demonstrações divinas. Elas são capazes de mudar nosso astral para melhor. Tudo bem que causei na pista tentando capturar as imagens, imaginem a louca! Mas valeu!
14 de junho de 2010
O talento de Mandy Huauá
Uma vez estava com Mandy e Renatudinha Colgate quando a moradora mais ilustre do município de Uauá, que agora tem água, me perguntou se eu queria ouvir a poesia que ela tinha escrito. Falei que queria e já estava esperando alguma pedrada bem mais ou menos.
Foi uma surpresa tão boa e tocante, que permaneci em silêncio, o que no meu caso é uma coisa rara, para me permitir sentir o poder daquelas palavras. Lembro que quando ela acabou de recitar olhei para Renatudinha que estava encantada.
Como cidadã do mundo, não poderia deixar que algo tão legal ficasse armazenado num computador ou guardado numa gaveta. Isso tem que ser lido porque faz bem a alma e estou muito orgulhosa e honrada que Mandy Huauá me deu a Honra de publicar aqui.
De acordo com Mandy "A gente precisa ser piegas pra dizer algumas coisas".
Piegas ou não, o importante é dizer o que sente.
Segue:
Nesse instante
queria ter o poder dos ditadores
a força dos imperadores
e até mesmo dos tiranos
não para atos desumanos
mas pra determinar, impor, compelir
só pra te segurar
pra não te deixar partir...
queria ter a força dos terremotos
a fúria dos maremotos
a grandeza dos furacões
não para as destruições
mas pra bloquear, obstar, impedir
só pra te segurar
pra não te deixar partir...
Nesse instante
queria a resistência de um vírus ou bactéria
que traz a fraqueza deletéria
o sono, o cansaço, a displicência
não para trazer qualquer doença
mas só pra contagiar, convencer, coibir
só pra te segurar
pra não te deixar partir...
mas sou apenas esse sonhador
sem força, sem fúria, resistência
não sei desafiar nem a fé, nem a ciência
e apenas acato o meu destino
se não te seguro, te ensino
o caminho da volta a seguir
e ainda insisto em insistir
por mais que me doa essa espera
quando acabar a primavera
acredite, ainda estarei aqui....
Amanda Ribeiro
Foi uma surpresa tão boa e tocante, que permaneci em silêncio, o que no meu caso é uma coisa rara, para me permitir sentir o poder daquelas palavras. Lembro que quando ela acabou de recitar olhei para Renatudinha que estava encantada.
Como cidadã do mundo, não poderia deixar que algo tão legal ficasse armazenado num computador ou guardado numa gaveta. Isso tem que ser lido porque faz bem a alma e estou muito orgulhosa e honrada que Mandy Huauá me deu a Honra de publicar aqui.
De acordo com Mandy "A gente precisa ser piegas pra dizer algumas coisas".
Piegas ou não, o importante é dizer o que sente.
Segue:
Nesse instante
queria ter o poder dos ditadores
a força dos imperadores
e até mesmo dos tiranos
não para atos desumanos
mas pra determinar, impor, compelir
só pra te segurar
pra não te deixar partir...
queria ter a força dos terremotos
a fúria dos maremotos
a grandeza dos furacões
não para as destruições
mas pra bloquear, obstar, impedir
só pra te segurar
pra não te deixar partir...
Nesse instante
queria a resistência de um vírus ou bactéria
que traz a fraqueza deletéria
o sono, o cansaço, a displicência
não para trazer qualquer doença
mas só pra contagiar, convencer, coibir
só pra te segurar
pra não te deixar partir...
mas sou apenas esse sonhador
sem força, sem fúria, resistência
não sei desafiar nem a fé, nem a ciência
e apenas acato o meu destino
se não te seguro, te ensino
o caminho da volta a seguir
e ainda insisto em insistir
por mais que me doa essa espera
quando acabar a primavera
acredite, ainda estarei aqui....
Amanda Ribeiro
Boas Referências
Para entrar na Roda Gigante é assim mesmo. Às vezes, rola até link no orkut, dicas de como chegar e o que fazer. Todos já tem referência.
Fiquei sabendo que no niver que rolou na sexta num barzinho no Rio Vermelho, teve casal novo e parece que não fugiram a tradição da boa indicação.
Meu conselho: comporte-se quando estiver namorando, porque isso definirá a avaliação e indicação dos outros quando você estiver solteiro.
13 de junho de 2010
Chame as Bombeiras!
Meu celular tocou hoje às 5 da manhã.
Tinha certeza que era Boca de Morango, que faz isso às vezes, mas para minha surpresa foi meu amigo sem noção, o mesmo que comandou a chacina de pneus no jardim de infância. Como tenho intimidade desliguei na cara dele, insistente ele me mandou uma mensagem: Acabei de conhecer sua amiga gaucha. Antes que terminasse de ler ele já estava ligando novamente. Atendi de forma carinhosa: Vá dormir Léo! O que para a mente dele significa: oi meu amor, que bom que ligou de madrugada! Um barulhho atrás e ele gritando: Amiga to com sua amiga gaucha aqui, ela é gente boa. Ele passou o telefone: Barbaridade Tchê, teu amigo é uma figura! Ela passou o telefone e alguém que eu não sei quem é disse: Tua amiga está muito linda de suspensórios!
Meu Deus! Eu ouvi isso mesmo?!
Antes que pudesse processar a informação e imaginar Catigaucha Perizutti de suspensórios, meu amigo pegou o celular de novo e disse: Tá todo mundo querendo ela aqui! A terceira pessoa tomou o celular de novo e gritou: Tem 347 pessoas querendo ela!
Sei que sou exagerada, mas desta vez não estou exagerando no número, o alguém que ainda vou conhecer disse o cabalístico numero 347. E para finalizar gritou mais alto: Chama os bombeiros, aliás, chame as Bombeiras!
É Parece que a balada pegou fogo.
Léo desligou o telefone combinando um churrasco, eu voltei para meu sono da beleza zonza.
Essa amizade entre meu amigo com deficiência de noção e a perigosa do sul promete fortes emoções e ótimas gargalhadas.
Que venha o churrascão!
Tinha certeza que era Boca de Morango, que faz isso às vezes, mas para minha surpresa foi meu amigo sem noção, o mesmo que comandou a chacina de pneus no jardim de infância. Como tenho intimidade desliguei na cara dele, insistente ele me mandou uma mensagem: Acabei de conhecer sua amiga gaucha. Antes que terminasse de ler ele já estava ligando novamente. Atendi de forma carinhosa: Vá dormir Léo! O que para a mente dele significa: oi meu amor, que bom que ligou de madrugada! Um barulhho atrás e ele gritando: Amiga to com sua amiga gaucha aqui, ela é gente boa. Ele passou o telefone: Barbaridade Tchê, teu amigo é uma figura! Ela passou o telefone e alguém que eu não sei quem é disse: Tua amiga está muito linda de suspensórios!
Meu Deus! Eu ouvi isso mesmo?!
Antes que pudesse processar a informação e imaginar Catigaucha Perizutti de suspensórios, meu amigo pegou o celular de novo e disse: Tá todo mundo querendo ela aqui! A terceira pessoa tomou o celular de novo e gritou: Tem 347 pessoas querendo ela!
Sei que sou exagerada, mas desta vez não estou exagerando no número, o alguém que ainda vou conhecer disse o cabalístico numero 347. E para finalizar gritou mais alto: Chama os bombeiros, aliás, chame as Bombeiras!
É Parece que a balada pegou fogo.
Léo desligou o telefone combinando um churrasco, eu voltei para meu sono da beleza zonza.
Essa amizade entre meu amigo com deficiência de noção e a perigosa do sul promete fortes emoções e ótimas gargalhadas.
Que venha o churrascão!
Questionamentos
Há anos que Mamy distribui pão no dia de Santo Antônio para os mais necessitados. Hoje não foi diferente, só que dessa vez ela se surpreendeu. Ela ofereceu pão para uma senhora que estava pedindo próximo a igreja e para sua surpresa a mulher recusou.
- Eu não quero pão, eu tenho pão na minha casa!
- A senhora quer dinheiro não é?! Perguntou Mamy.
- Isso! Eu quero dinheiro para fazer um macarrão.
Mamy que não aceita desaforos disse na cara da mulher: A senhora é muito mal-educada sabia?! Quando alguém lhe oferece alguma coisa a senhora deve aceitar e depois faz o que quiser com isso, podia pegar o pão para dar para algum vizinho que com certeza precisa.
Mamy só não esperava a resposta da mulher: Não vou dar para vizinho nenhum, eles tão é para quebrar meu telhado.
Fiquei imaginando a cena, a frustração de minha mãe que saiu para ajudar e voltou chateada. Me lembrei de uma vez que só tinha uma moeda de 25 centavos e dei para o guardador que só vi na hora de embora e que com certeza não olhou meu carro hora nenhuma. Ele jogou a moeda dentro do meu carro, disse que não precisava daquilo e por pouco não acertou meu rosto. Agora, como é que fala para uma pessoa dessas que não temos obrigação de pagar pela vaga em via pública?!
Essas decepções humanas me fazem questionar se não estão passando por isso como merecimento por alguma coisa ruim que fizeram. O mundo dá voltas e isso é fato, vai ver o deles já rodou e os deixou nesta situação.
- Eu não quero pão, eu tenho pão na minha casa!
- A senhora quer dinheiro não é?! Perguntou Mamy.
- Isso! Eu quero dinheiro para fazer um macarrão.
Mamy que não aceita desaforos disse na cara da mulher: A senhora é muito mal-educada sabia?! Quando alguém lhe oferece alguma coisa a senhora deve aceitar e depois faz o que quiser com isso, podia pegar o pão para dar para algum vizinho que com certeza precisa.
Mamy só não esperava a resposta da mulher: Não vou dar para vizinho nenhum, eles tão é para quebrar meu telhado.
Fiquei imaginando a cena, a frustração de minha mãe que saiu para ajudar e voltou chateada. Me lembrei de uma vez que só tinha uma moeda de 25 centavos e dei para o guardador que só vi na hora de embora e que com certeza não olhou meu carro hora nenhuma. Ele jogou a moeda dentro do meu carro, disse que não precisava daquilo e por pouco não acertou meu rosto. Agora, como é que fala para uma pessoa dessas que não temos obrigação de pagar pela vaga em via pública?!
Essas decepções humanas me fazem questionar se não estão passando por isso como merecimento por alguma coisa ruim que fizeram. O mundo dá voltas e isso é fato, vai ver o deles já rodou e os deixou nesta situação.
11 de junho de 2010
Que fofura!
Admiro a sinceridade das crianças, seu mundo lúdico e a capacidade em nos fazer sorrir! Acho que é por isso que tenho essa alma meio Peter Pan, infantil e brincalhona.
Olha o que eu ganhei esses dias:

Minha única dúvida é qual das duas beldades sou eu. Provavelmente sou a de olhos fundos, como insiste em dizer o meu amigo Zé, que garante que se eu engordar meus olhos ficaram mais esbugadinhos.
Essa informação procede?
Olha o que eu ganhei esses dias:

Minha única dúvida é qual das duas beldades sou eu. Provavelmente sou a de olhos fundos, como insiste em dizer o meu amigo Zé, que garante que se eu engordar meus olhos ficaram mais esbugadinhos.
Essa informação procede?
Coisas da Bahia
Não sou muito fã de mercados e afins, já chego querendo sair. Hoje tive que ir à Le Biscuit e acabei encarando uma fila chatinha, o que já me deixou com mais pressa de ir embora.
Caixa 6 liberado!
Já cheguei dando bom dia e demonstrando que queria ir embora. A atendente estava comentando com a outra caixa como Alexandre era romântico, que ele estava dando dicas para o amigo comprar o presente da namorada, ela nem tocou nos itens que eu estava comprando. A amiga disse que ele era ótimo amante.
Gente! Quem será esse Alexandre, que não deixa estas atendentes trabalharem?! Pensei curiosa. Foi aí que o tal de Alexandre apareceu, ele estava atrás de mim e elas estavam falando alto para ele ouvir mesmo.
Pronto, agora que não saio daqui hoje! Pensei!
Pelo menos ele não demorou, só disse que tinha experiência com namoradas porque tinha muitas e saiu.
A minha atendente, começando a passar meus itens gritou: Vai amante!
No final me falou o valor e depois do troco me deu um dispensável Obrigada mãezinha!
Caixa 6 liberado!
Já cheguei dando bom dia e demonstrando que queria ir embora. A atendente estava comentando com a outra caixa como Alexandre era romântico, que ele estava dando dicas para o amigo comprar o presente da namorada, ela nem tocou nos itens que eu estava comprando. A amiga disse que ele era ótimo amante.
Gente! Quem será esse Alexandre, que não deixa estas atendentes trabalharem?! Pensei curiosa. Foi aí que o tal de Alexandre apareceu, ele estava atrás de mim e elas estavam falando alto para ele ouvir mesmo.
Pronto, agora que não saio daqui hoje! Pensei!
Pelo menos ele não demorou, só disse que tinha experiência com namoradas porque tinha muitas e saiu.
A minha atendente, começando a passar meus itens gritou: Vai amante!
No final me falou o valor e depois do troco me deu um dispensável Obrigada mãezinha!
Sabedoria Popular
Hoje chamei a atenção de uma funcionária, em tom de brincadeira e recebi a seguinte resposta:
"Quem tem Juízo morre cedo"
Uma pérola.
A explicação: Quem tem juízo se preocupa muito e pode ter um treco.
Tá certa!
"Quem tem Juízo morre cedo"
Uma pérola.
A explicação: Quem tem juízo se preocupa muito e pode ter um treco.
Tá certa!
10 de junho de 2010
Minha estréia nos Palcos
Antes tarde do que nunca. Será a realização de um sonho antigo e ao mesmo tempo uma maneira de seguir o conselho de tantos.
Segue cartaz da mostra que participarei, é tipo uma formatura da turma de teatro. Estou super feliz e ansiosa. Os ensaios começam amanhã.

Será baseada no super clássico – A Vida como ela é, do polêmico Nelson Rodrigues e eu vou fechar com minhas várias personagens.
Abaixo foto da turma para terem uma idéia do nível de loucura que esta mostra promete.

Ainda não tenho informações sobre os ingressos, mas assim que tiver publico aqui. Ai Mamãe! Ui madrecita!
Depois da conclusão deste curso, terei que decidir se continuarei a estudar teatro partindo para o nível avançado ou se vou aprender a jogar capoeira.
Segue cartaz da mostra que participarei, é tipo uma formatura da turma de teatro. Estou super feliz e ansiosa. Os ensaios começam amanhã.

Será baseada no super clássico – A Vida como ela é, do polêmico Nelson Rodrigues e eu vou fechar com minhas várias personagens.
Abaixo foto da turma para terem uma idéia do nível de loucura que esta mostra promete.

Ainda não tenho informações sobre os ingressos, mas assim que tiver publico aqui. Ai Mamãe! Ui madrecita!
Depois da conclusão deste curso, terei que decidir se continuarei a estudar teatro partindo para o nível avançado ou se vou aprender a jogar capoeira.
9 de junho de 2010
Mais foras da Moca
Tenho uma funcionária que já me contou a vida dela toda, dia desses estávamos conversando sobre uma vizinha de sala que estava arrasada porque o namorado tinha terminado o namoro uma semana antes do noivado. Eu com a minha vasta experiência em psicologia barata, logo afirmei que ele não queria ter que usar aliança, pois isto afastaria as garotas, afinal mulheres que se atraem por homens de aliança sempre tem mais de 20 anos. A funcionária me olhou com um ar de reprovação e perguntou se aquilo era uma indireta. Havia me esquecido que ela tem no seu currículo amoroso dois relacionamentos com homens casados. Não foi uma indireta, respondi, foi um fora mesmo.
Uma vez fui para um churrasco que uma vizinha estava organizando, foi a primeira vez que a vi de biquíni e percebi que sua barriga estava grande e dura, então perguntei ao meu amigo se Cida estava grávida e ele com uma boca maldita gritou para que todos pudessem ouvir: Cida, Moca está perguntando se você está grávida. Ela me fuzilou com o olhar e respondeu na lata: Não estou grávida, mas já estive duas vezes. Podia ficar sem essa não é?!
Pior que isso aconteceu em Sampa, estava em plena Paulista quando uma amiga pegou um cara pelo braço e garantiu que o conhecia, ele estava com uns amigos e não se lembrava da minha amiga. Foi ai que minha maravilhosa mente começou a se recordar dele. Nos conhecemos numa festa eletrônica aqui em Salvador, adoro este tipo de festa pela diversidade de seres. Esse cara era de Recife e estava com uma amiga de Manaus, durante o papo ele falou que era hetero, que nunca tinha beijado homem, mas que tinha vontade de experimentar, logo providenciei um amigo e eles ficaram de casal durante toda noite. Pronto, já sabia de onde eu e minha amiga o conhecíamos e com minha boca imensa, no meio dos amigos dele comecei a dizer que ele tinha beijado meu amigo, não notei o nervosismo dele e não entendia quando ele dizia que nunca tinha beijado homem. Beijou sim, numa festa em Salvador, beijou meu amigo sim, eu que armei tudo, insitia sem parar! Você não é de Recife? Foi quando senti a cotovelada de Mari em minhas frágeis costelas. Não Moca estou me confundindo, não o conheço. Foi ai que minha ficha caiu e logo consertei a besteira: Ah! Tá?! Eu também não.
Me senti péssima e sei que ele xingou até minha última geração. Mari disse que ele a beliscava pedindo a ela que me fizesse calar a boca. Uma vez o encontrei no Orkut de uma amiga e pedi desculpas, ele disse que tava beleza, mas não sei por que não senti firmeza.
Uma vez fui para um churrasco que uma vizinha estava organizando, foi a primeira vez que a vi de biquíni e percebi que sua barriga estava grande e dura, então perguntei ao meu amigo se Cida estava grávida e ele com uma boca maldita gritou para que todos pudessem ouvir: Cida, Moca está perguntando se você está grávida. Ela me fuzilou com o olhar e respondeu na lata: Não estou grávida, mas já estive duas vezes. Podia ficar sem essa não é?!
Pior que isso aconteceu em Sampa, estava em plena Paulista quando uma amiga pegou um cara pelo braço e garantiu que o conhecia, ele estava com uns amigos e não se lembrava da minha amiga. Foi ai que minha maravilhosa mente começou a se recordar dele. Nos conhecemos numa festa eletrônica aqui em Salvador, adoro este tipo de festa pela diversidade de seres. Esse cara era de Recife e estava com uma amiga de Manaus, durante o papo ele falou que era hetero, que nunca tinha beijado homem, mas que tinha vontade de experimentar, logo providenciei um amigo e eles ficaram de casal durante toda noite. Pronto, já sabia de onde eu e minha amiga o conhecíamos e com minha boca imensa, no meio dos amigos dele comecei a dizer que ele tinha beijado meu amigo, não notei o nervosismo dele e não entendia quando ele dizia que nunca tinha beijado homem. Beijou sim, numa festa em Salvador, beijou meu amigo sim, eu que armei tudo, insitia sem parar! Você não é de Recife? Foi quando senti a cotovelada de Mari em minhas frágeis costelas. Não Moca estou me confundindo, não o conheço. Foi ai que minha ficha caiu e logo consertei a besteira: Ah! Tá?! Eu também não.
Me senti péssima e sei que ele xingou até minha última geração. Mari disse que ele a beliscava pedindo a ela que me fizesse calar a boca. Uma vez o encontrei no Orkut de uma amiga e pedi desculpas, ele disse que tava beleza, mas não sei por que não senti firmeza.
Curiosidade quase matou a Moca
A faculdade foi um período recheado de casos engraçados e curiosos. Era uma época de descobertas, uma fase nova. Descobri que as “más companhias” existem, que é muito bom beber e jogar dominó dia de sexta e também descobri que pirraçar demais uma aluna que mora na ilha e que pegava a lancha diariamente para assistir aula, pode fazê-la desistir do curso. Mas não quero falar sobre isso porque me envergonho. Lembro que entrei na faculdade com 18 anos e a maioria dos alunos tinham entre 18 e 24 anos, com exceção de três alunos, Pascoal, 47; Moisés, 32 e Andréa, que se recusava a revelar a idade.
Sempre fui muito curiosa e achava um absurdo ela não falar sobre isso, assim passei uma lista na turma pedindo a data de nascimento completa de todos com a desculpa de saber a data de aniversário, pois bem, comecei a ler a lista feliz da vida, tudo indo perfeito até que no nome Andréa só constava 07 de março. Respirei fundo e disse que ela tinha esquecido de informar o ano mas não funcionou. Uma semana depois fui até a secretaria com a mesma desculpa do aniversário e a recepcionista olhando o sistema disse Andréa, 07 de março, e o ano?! Você não quer saber a data de aniversário?! Essas frustrações só aumentavam a minha curiosidade. Passado uns meses, fui convidada a integrar a Chapa para o Diretório Acadêmico e só aceitei a proposta quando fui informada que seriamos responsáveis pela fabricação da carteira de estudante da UNE, fantástico, para adquirir a carteira precisa colocar a data de nascimento, topei na hora, vencemos a eleição por W.O. (aliás alguém pode me dizer o que significa essa sigla), afinal só tinha nossa chapa. Estava tão ansiosa para receber o formulário dela e nada, até estiquei um pouco o prazo de entrega e nada, meu Deus, será que a doida não vai fazer a carteira por causa da data de nascimento?! Quando minha curiosidade dominou minha mente e tirou meu sono fui até ela e perguntei se não ia fazer a carteirinha, para minha decepção ela tinha feito diretamente na UFBA. Era o fim, não havia mais idéias, contratar um trombadinha para roubar a bolsa era demais, teria que aprender a viver sem esta informação.
Até que um dia resolvi não sair da sala para estudar para uma prova, entre uma leitura e outra olhei para frente na intenção de memorizar as informações e me surpreendi ao ver a Bolsa de Andréia aberta e emanando uma luz verde que me cegava de esperança, era sua carteira de identidade, movida por um instinto curioso e numa velocidade quase tão rápida quanto a de Cisseta Cabeluda fugindo dos bandidos e deixando lady Di-conchinha para trás, avancei na carteira de identidade e lá estava as informações que por mais de um ano não me deixava dormir direito, 07 de março de 1964, ela tinha 34 anos.
Esse caso serve para mostrar que além de eu ser muito curiosa o tempo passa mesmo e que em breve terei a mesma idade que ela tinha na época da faculdade e imagino como deve ter sido difícil para ela conviver com adolescentes de 18 anos.
Sempre fui muito curiosa e achava um absurdo ela não falar sobre isso, assim passei uma lista na turma pedindo a data de nascimento completa de todos com a desculpa de saber a data de aniversário, pois bem, comecei a ler a lista feliz da vida, tudo indo perfeito até que no nome Andréa só constava 07 de março. Respirei fundo e disse que ela tinha esquecido de informar o ano mas não funcionou. Uma semana depois fui até a secretaria com a mesma desculpa do aniversário e a recepcionista olhando o sistema disse Andréa, 07 de março, e o ano?! Você não quer saber a data de aniversário?! Essas frustrações só aumentavam a minha curiosidade. Passado uns meses, fui convidada a integrar a Chapa para o Diretório Acadêmico e só aceitei a proposta quando fui informada que seriamos responsáveis pela fabricação da carteira de estudante da UNE, fantástico, para adquirir a carteira precisa colocar a data de nascimento, topei na hora, vencemos a eleição por W.O. (aliás alguém pode me dizer o que significa essa sigla), afinal só tinha nossa chapa. Estava tão ansiosa para receber o formulário dela e nada, até estiquei um pouco o prazo de entrega e nada, meu Deus, será que a doida não vai fazer a carteira por causa da data de nascimento?! Quando minha curiosidade dominou minha mente e tirou meu sono fui até ela e perguntei se não ia fazer a carteirinha, para minha decepção ela tinha feito diretamente na UFBA. Era o fim, não havia mais idéias, contratar um trombadinha para roubar a bolsa era demais, teria que aprender a viver sem esta informação.
Até que um dia resolvi não sair da sala para estudar para uma prova, entre uma leitura e outra olhei para frente na intenção de memorizar as informações e me surpreendi ao ver a Bolsa de Andréia aberta e emanando uma luz verde que me cegava de esperança, era sua carteira de identidade, movida por um instinto curioso e numa velocidade quase tão rápida quanto a de Cisseta Cabeluda fugindo dos bandidos e deixando lady Di-conchinha para trás, avancei na carteira de identidade e lá estava as informações que por mais de um ano não me deixava dormir direito, 07 de março de 1964, ela tinha 34 anos.
Esse caso serve para mostrar que além de eu ser muito curiosa o tempo passa mesmo e que em breve terei a mesma idade que ela tinha na época da faculdade e imagino como deve ter sido difícil para ela conviver com adolescentes de 18 anos.
Vizinho Botânico
Não sou muito fã de plantas, mas minha família adora, cada dia é uma novidade na varanda daqui de casa: arruda, boldo, manjericão, sorriso de Maria. Love sempre traz uma plantinha para Vovy, que fica toda metida.
Esses dias estava andando com Vovy pelo prédio para ela exercitar as pernocas, quando percebemos a excentricidade de um vizinho. Segue foto com a inusitada planta criada na varanda dele. Se essa moda pega! Só espero que não dê frutos.

Acreditem é uma super bananeira, pode isso?!
Esses dias estava andando com Vovy pelo prédio para ela exercitar as pernocas, quando percebemos a excentricidade de um vizinho. Segue foto com a inusitada planta criada na varanda dele. Se essa moda pega! Só espero que não dê frutos.
Acreditem é uma super bananeira, pode isso?!
8 de junho de 2010
Um amor quase impossível
Nem mesmo o maior andador e bebedor de whisky do mundo, Jonhny Walker, famoso por frases motivacionais de efeito, imaginaria que este amor um dia aconteceria.
Depois de onze anos de amor não correspondido Tachaty Walker, a mulher que fala mais rápido que a velocidade 5 do Créu, mas não tão rápido quanto Cisseta Cabeluta corre de bandidos, levou para passear na Roda Gigante alguém que ninguém esperava.
A conquista foi celebrada com Chadon para os amigos muito íntimos do novo casal. Eu falei Chadon, não Chuva de Prata, já aprendi a lição.
A paixão está transformando Tachaty, apesar de continuar falando muito rápido seu exclusivo idioma Chatynês. Ainda estou no livro 1, do curso básico, mas já compreendo várias coisas e também conto com a intérprete Mandy Huauá. Voltando as transformações, Tachaty agora só bebe cerveja importada da Europa, paga R$30,00 para fazer as sobrancelhas e R$50,00 no corte de cabelo, que por sinal está ótimo. Tudo para conquistar ainda mais o já conquistado amor.
Mais experiente, com um jeito de falar pausado e um sorriso fácil, os olhos deste ‘ser da lei’ brilham enfeitiçados com a velocidade com que a amada se declara e apesar de estar no livro 5, nível Upper-Intermediate, do curso intensivo do chatynês , seu coração compreende cada palavra dita.
Dizem que no início tudo são flores e nós seres apaixonados tratamos de esconder nossos defeitos até ter a certeza de que a paixão virou amor. Todos fazem isso e os que não fazem tratem de fazer este é um dos segredos do relacionamento. Pois bem, muito sábia Tachaty Walker passou dois meses à base de café e Red Bull para não dormir à noite, pois assim sua paixão platônica de 11 anos não saberia que ela ronca. Essa estratégia deu tão certo que agora a paixão é que não dorme só para ouvir os roncos da namorada, afinal este é o único som que sai devagar da sua boca.
Fico sempre muito feliz quando ouço uma história de amor e torço de verdade para que permaneçam para sempre na cadeira desta imensa e louca Roda Gigante. Felicidade ao casal.
Depois de onze anos de amor não correspondido Tachaty Walker, a mulher que fala mais rápido que a velocidade 5 do Créu, mas não tão rápido quanto Cisseta Cabeluta corre de bandidos, levou para passear na Roda Gigante alguém que ninguém esperava.
A conquista foi celebrada com Chadon para os amigos muito íntimos do novo casal. Eu falei Chadon, não Chuva de Prata, já aprendi a lição.
A paixão está transformando Tachaty, apesar de continuar falando muito rápido seu exclusivo idioma Chatynês. Ainda estou no livro 1, do curso básico, mas já compreendo várias coisas e também conto com a intérprete Mandy Huauá. Voltando as transformações, Tachaty agora só bebe cerveja importada da Europa, paga R$30,00 para fazer as sobrancelhas e R$50,00 no corte de cabelo, que por sinal está ótimo. Tudo para conquistar ainda mais o já conquistado amor.
Mais experiente, com um jeito de falar pausado e um sorriso fácil, os olhos deste ‘ser da lei’ brilham enfeitiçados com a velocidade com que a amada se declara e apesar de estar no livro 5, nível Upper-Intermediate, do curso intensivo do chatynês , seu coração compreende cada palavra dita.
Dizem que no início tudo são flores e nós seres apaixonados tratamos de esconder nossos defeitos até ter a certeza de que a paixão virou amor. Todos fazem isso e os que não fazem tratem de fazer este é um dos segredos do relacionamento. Pois bem, muito sábia Tachaty Walker passou dois meses à base de café e Red Bull para não dormir à noite, pois assim sua paixão platônica de 11 anos não saberia que ela ronca. Essa estratégia deu tão certo que agora a paixão é que não dorme só para ouvir os roncos da namorada, afinal este é o único som que sai devagar da sua boca.
Fico sempre muito feliz quando ouço uma história de amor e torço de verdade para que permaneçam para sempre na cadeira desta imensa e louca Roda Gigante. Felicidade ao casal.
Abaixo o Peruquê
Um amigo esteve em Sampa este final de semana e perdido foi pedir informação em um Salão de Beleza. Ficou super constrangido com o jeito que o cabeleireiro lhe olhava, uma mistura de desejo e timidez, um interesse incomum. Que péssimo! Este hair stylist está a fim de mim, pensou meu amigo que chegou recentemente da Europa.
Acontece que ele se enganou totalmente, uma fonte sigilosa me confidenciou que o cabeleireiro queria mesmo era dar baixa no Peruquê que ele está criando. Inclusive se ofereceu para cortar de graça.
Será que São Paulo vai aderir a campanha Abaixo o peruquê?!
Acontece que ele se enganou totalmente, uma fonte sigilosa me confidenciou que o cabeleireiro queria mesmo era dar baixa no Peruquê que ele está criando. Inclusive se ofereceu para cortar de graça.
Será que São Paulo vai aderir a campanha Abaixo o peruquê?!
A cachorra diabética
Esses dias, conheci uma cachorra muito linda, quando perguntei a dona do animal por que ela tinha a língua diferente ela respondeu: Você soube da estória das velhinhas de Copacabana que colocavam açúcar na Poca para as cachorras lamberem?
Não ouvi nada sobre isso e ainda não entendi o porquê desta resposta. Será que esta cachorra tá lambendo açúcar?
Não ouvi nada sobre isso e ainda não entendi o porquê desta resposta. Será que esta cachorra tá lambendo açúcar?
Acabou!
Infelizmente amor que fica ainda não é amor em Itaparica.
O importante é manter a amizade enquanto esperam sua vez de entrar novamente na nossa Roda Gigante, que como o tempo, não pára. Quem sabe não entram de novo e sentam na mesma cadeirinha?!
O importante é manter a amizade enquanto esperam sua vez de entrar novamente na nossa Roda Gigante, que como o tempo, não pára. Quem sabe não entram de novo e sentam na mesma cadeirinha?!
4 de junho de 2010
Pedalar Pelado
Continuo achando que devemos incluir Salvador no World Naked Bike Ride, seria uma excelente maneira de protestarmos contra as insanidades que estamos vendo na cidade, como os desmatamentos, trânsito e a falta de projetos. Só que todo mundo fica cheio de vergonha quando dou a idéia. Até os engravatados de Sampa se despiram para primeira edição do evento no ano passado.
Hoje tava vendo uma matéria no G1 e a Grécia utilizou o "pedalar pelado" para protestar contra o excesso de carros, mas o que me chamou a atenção foi o acessório utilizado pelo ciclista para esconder o bilau, uma super pochete de cobrador de ônibus e isso a turma aqui tem de sobra, então que tal criarmos o World de Pochete Bike Ride?
Hoje tava vendo uma matéria no G1 e a Grécia utilizou o "pedalar pelado" para protestar contra o excesso de carros, mas o que me chamou a atenção foi o acessório utilizado pelo ciclista para esconder o bilau, uma super pochete de cobrador de ônibus e isso a turma aqui tem de sobra, então que tal criarmos o World de Pochete Bike Ride?
O lado Poeta de Jô
Olha que lindo os versos que Boca de Morango escreveu:
Saudade é Bóia,
Bóia não afunda.
Cocô também não afunda.
Saudade é um cocô.
Que mente cheia de inspiração.
Abençoa Senhor para que continue nos presenteando com coisas tão , tão, tão, estou sem palavras!
Saudade é Bóia,
Bóia não afunda.
Cocô também não afunda.
Saudade é um cocô.
Que mente cheia de inspiração.
Abençoa Senhor para que continue nos presenteando com coisas tão , tão, tão, estou sem palavras!
Barcelona do Nordeste
Também conhecido como Baêa.
Não tenho a intenção de provocar a torcida do Vitória, até porque só pode comentar este artigo quem já foi campeão do Brasileirão ou pelo menos da Copa do Brasil.
Minha verdadeira intenção é mostrar um pouco da nação tricolor, acho que não existe na face da terra, uma torcida mais apaixonada e Brow. É povão mesmo e eu adoro isso.
Para saber se uma criança será torcedora do Bahia deve-se esperar até os três anos de idade, fase em que aprende os palavrões. Se o primeiro xingamento for Pôa, pode comprar o manto sagrado, que na seqüência você ouvirá: Bola Baêa minha Pôa.
Meu primeiro palavrão foi Porra, aprendi com uns vizinhos. Adorei a sonoridade, falava o dia todo, até que minha mãe me levou para visitar uma tia velhinha do meu avô e me mandou pedir a benção, como nunca gostei de fazer nada forçado me recusei, Mamy insistiu e daí eu já injuriada falei para a vovozinha: Bencha chua Pôa. Apesar da pouca idade me lembro como se fosse hoje do peso da mão da minha mãe nas minhas raquíticas costas. Depois disso, fiquei anos sem falar Porra e procurei outros times para torcer e até hoje, depois que xingo esta relaxante palavra, olho em volta para ver se Mamy não me atacará por trás novamente.
Voltando a falar sobre o Barcelona do Nordeste, que está num ótimo momento, vale ressaltar que para que o Bahia esteja num ótimo momento, o Vitorinha tem que estar no momento difícil. Fui conferir o time jogando em Pituaçu e adorei o jeito que a torcida motiva o time a jogar cada dia melhor. Ouvi pérolas como: Joga direito seu Sacizeiro da Disgraça! Esta maconha vai lhe matar Avini! Chuta forte que não é a sua mãe no Gol seu Porra! Vai Misera!
Confesso que não sei se os jogadores estão jogando bem por amor a camisa ou por medo da torcida. Mas sei que foi muito legal ir ao Estádio prestigiar o futebol baiano e me misturar ainda mais. Segue imagens deste dia incomum para o Mundo de Moca:

Não tenho a intenção de provocar a torcida do Vitória, até porque só pode comentar este artigo quem já foi campeão do Brasileirão ou pelo menos da Copa do Brasil.
Minha verdadeira intenção é mostrar um pouco da nação tricolor, acho que não existe na face da terra, uma torcida mais apaixonada e Brow. É povão mesmo e eu adoro isso.
Para saber se uma criança será torcedora do Bahia deve-se esperar até os três anos de idade, fase em que aprende os palavrões. Se o primeiro xingamento for Pôa, pode comprar o manto sagrado, que na seqüência você ouvirá: Bola Baêa minha Pôa.
Meu primeiro palavrão foi Porra, aprendi com uns vizinhos. Adorei a sonoridade, falava o dia todo, até que minha mãe me levou para visitar uma tia velhinha do meu avô e me mandou pedir a benção, como nunca gostei de fazer nada forçado me recusei, Mamy insistiu e daí eu já injuriada falei para a vovozinha: Bencha chua Pôa. Apesar da pouca idade me lembro como se fosse hoje do peso da mão da minha mãe nas minhas raquíticas costas. Depois disso, fiquei anos sem falar Porra e procurei outros times para torcer e até hoje, depois que xingo esta relaxante palavra, olho em volta para ver se Mamy não me atacará por trás novamente.
Voltando a falar sobre o Barcelona do Nordeste, que está num ótimo momento, vale ressaltar que para que o Bahia esteja num ótimo momento, o Vitorinha tem que estar no momento difícil. Fui conferir o time jogando em Pituaçu e adorei o jeito que a torcida motiva o time a jogar cada dia melhor. Ouvi pérolas como: Joga direito seu Sacizeiro da Disgraça! Esta maconha vai lhe matar Avini! Chuta forte que não é a sua mãe no Gol seu Porra! Vai Misera!
Confesso que não sei se os jogadores estão jogando bem por amor a camisa ou por medo da torcida. Mas sei que foi muito legal ir ao Estádio prestigiar o futebol baiano e me misturar ainda mais. Segue imagens deste dia incomum para o Mundo de Moca:

2 de junho de 2010
Dica carinhosa
Uma funcionária me deu uma dica ótima hoje.
No centro de Lauro de Freitas tem uma loja de Bolsas e Sapatos maravilhosa, que eu deveria ir lá se eu quisesse inovar no estilo que calço, usando coisas mais jovens e menos de Vovó. Pode isso?
No centro de Lauro de Freitas tem uma loja de Bolsas e Sapatos maravilhosa, que eu deveria ir lá se eu quisesse inovar no estilo que calço, usando coisas mais jovens e menos de Vovó. Pode isso?
Niver de Mamy
Ela veio ao mundo no dia 02 de junho, quando ninguém mais a esperava. Apesar de ter se casado aos 16 anos, Vovy só engravidou da sua primeira e única filha aos 32 anos, o que na época era meio fora dos padrões. Minha mãe era uma peste teimosa e brincalhona. Ficou conhecida na cidade, aos 3 anos de idade, como a menina cega, já que diariamente se sentava na porta de casa com um par de óculos escuros do meu avô. Cresceu rodeada de amigos e mantém boa parte destes amigos até hoje, brigando, pirraçando e cooperando sempre, cada dia é uma estória. Adoro quando se juntam para contar os mesmos casos.
Teve uma infância humilde, mas nada nunca lhe faltou. Calçou da 5ª à 8ª série o mesmo par de sapatos, que no início era folgado, mas no final ficou bastante apertado, mas não o suficiente para lhe tirar o característico sorriso largo do rosto.
Casou aos 23 anos e aos 30 anos já tinha 3 belíssimos filhos, amadureceu como mãe vendo seu primogênito passar por inúmeras cirurgias sem nunca nos deixar transparecer fraqueza ou insatisfação, nos ensinando que a vontade divina não deve ser questionada.
Ela é pau pra toda obra, é mãe pra toda hora. Não só para os filhos, mas para qualquer um que precisar. Fazer o bem sem olhar a quem, este é o lema. Se eu pudesse mudar alguma coisa na minha mãe, a faria um pouco menos preocupada. Uma vez fiz um curso de informática no mesmo shopping onde ela trabalhava, no meu primeiro dia de aula, Mamy pediu que passasse para vê-la antes. O banco onde ela trabalhava estava lotado e eu atrasada. Com 15 minutos de aula, alguém bate na porta e quando a professora abre, ouço uma mulher com voz de choro: estou preocupada com minha filha que ficou de passar no meu trabalho e não passou, acho que aconteceu alguma coisa, estou indo de sala em sala. Ah! Já a vi ali e APONTOU. Precisava apontar? Podia ter visto dado tchau e saído. Por essas e outras que sou grata ao inventor do celular. Hoje entendo que ela só queria saber se estava bem e viva, mas ainda acho que não precisava apontar.
Agora ela inventou de criar um Beija-flor, colocou o nome de Miminha e conversa diariamente com ela. Se vocês acham que o bichinho está numa gaiola, esqueçam, ele vive livre, mas vem várias vezes por dia aqui em casa e já se sente a dona do pedaço. Quando minha mãe viaja, minha irmã humana tem que acordar às seis para colocar água para irmãzinha caçula.
Engraçada, otimista, generosa, dorminhoca, amiga, boa sogra e uma super mãe. Se eu conseguir na minha vida ser metade do que esta mulher é, está excelente. Sou muito grata por ter tido a sorte de nascer filha de Zezé. O conselho que mais recebo dela quando estou dividida ou angustiada é: Entrega a Deus Mó! Daí eu entrego e sempre dá certo. Parabéns para minha Mãezona linda.
Teve uma infância humilde, mas nada nunca lhe faltou. Calçou da 5ª à 8ª série o mesmo par de sapatos, que no início era folgado, mas no final ficou bastante apertado, mas não o suficiente para lhe tirar o característico sorriso largo do rosto.
Casou aos 23 anos e aos 30 anos já tinha 3 belíssimos filhos, amadureceu como mãe vendo seu primogênito passar por inúmeras cirurgias sem nunca nos deixar transparecer fraqueza ou insatisfação, nos ensinando que a vontade divina não deve ser questionada.
Ela é pau pra toda obra, é mãe pra toda hora. Não só para os filhos, mas para qualquer um que precisar. Fazer o bem sem olhar a quem, este é o lema. Se eu pudesse mudar alguma coisa na minha mãe, a faria um pouco menos preocupada. Uma vez fiz um curso de informática no mesmo shopping onde ela trabalhava, no meu primeiro dia de aula, Mamy pediu que passasse para vê-la antes. O banco onde ela trabalhava estava lotado e eu atrasada. Com 15 minutos de aula, alguém bate na porta e quando a professora abre, ouço uma mulher com voz de choro: estou preocupada com minha filha que ficou de passar no meu trabalho e não passou, acho que aconteceu alguma coisa, estou indo de sala em sala. Ah! Já a vi ali e APONTOU. Precisava apontar? Podia ter visto dado tchau e saído. Por essas e outras que sou grata ao inventor do celular. Hoje entendo que ela só queria saber se estava bem e viva, mas ainda acho que não precisava apontar.
Agora ela inventou de criar um Beija-flor, colocou o nome de Miminha e conversa diariamente com ela. Se vocês acham que o bichinho está numa gaiola, esqueçam, ele vive livre, mas vem várias vezes por dia aqui em casa e já se sente a dona do pedaço. Quando minha mãe viaja, minha irmã humana tem que acordar às seis para colocar água para irmãzinha caçula.
Engraçada, otimista, generosa, dorminhoca, amiga, boa sogra e uma super mãe. Se eu conseguir na minha vida ser metade do que esta mulher é, está excelente. Sou muito grata por ter tido a sorte de nascer filha de Zezé. O conselho que mais recebo dela quando estou dividida ou angustiada é: Entrega a Deus Mó! Daí eu entrego e sempre dá certo. Parabéns para minha Mãezona linda.
1 de junho de 2010
Combate a falta de Educação
Resolvi Declarar guerra aos mal educados. Chegou num nível que a falta educação está acabando com a alegria do baiano, até então nossa referência turistica. No trânsito, nos serviços oferecidos, tem gente furando fila até para tomar vacina.
Minha nova campanha é: Fez feio, vai pra Net.
Minha nova campanha é: Fez feio, vai pra Net.
Placa Sensacional
31 de maio de 2010
Guatemala
Galera, isso não é montagem. Choquei muito com a foto. A cratera simplesmente engoliu um prédio, mais de 115 pessoas morreram.

É o fim dos tempos, Vozinha é que está certa, o mundo está acabando. Vamos aproveitar a vida mais intensamente. Que tal pedalarmos da Barra até Ondina à noite, Todo mundo Nu, rola isso em vários lugares, o movimento chama-se World Naked Bike Ride.

É o fim dos tempos, Vozinha é que está certa, o mundo está acabando. Vamos aproveitar a vida mais intensamente. Que tal pedalarmos da Barra até Ondina à noite, Todo mundo Nu, rola isso em vários lugares, o movimento chama-se World Naked Bike Ride.
Noticias de Vovy
Estava assistindo TV com Vovy quando passou a propaganda do Horto Bela Vista com Mateus Solano e Vovy prontamente gritou: Olha Mó, Miguel! E eu, para ser engraçada falei que não era Miguel e sim Jorge, daí quando vi a carinha dela disse: brincadeira Vó, é Miguel. E ela toda fofa respondeu: Achei que fosse Miguel mesmo, mas você falou que era Jorge e agora eu já nem sei. Eles são um só né?!
Linda! Meu Deus! Linda!
Linda! Meu Deus! Linda!
28 de maio de 2010
Celebração
Venho agora dividir minha alegria, já que a minha amiga Mari Jorge vai voltar a ficar mais perto de mim. Ela ficou em primeiro lugar no concurso interno do INSS de Mar Grande e agora poderá ir e voltar diariamente para civilização.
Ela já está foi vista várias vezes cronometrando a travessia Mar Grande - Salvador para evitar atrasos e como não gosta de muvuca já decidiu que não irá na tradicional lancha. Cléo, como também é conhecida, descolou um novo meio de transporte para chegar ao trabalho sem contratempos. Só espero que ela não se perca nessa imensa Baía de Todos os Santos e vá parar em Morro de São Paulo.
Ela já está foi vista várias vezes cronometrando a travessia Mar Grande - Salvador para evitar atrasos e como não gosta de muvuca já decidiu que não irá na tradicional lancha. Cléo, como também é conhecida, descolou um novo meio de transporte para chegar ao trabalho sem contratempos. Só espero que ela não se perca nessa imensa Baía de Todos os Santos e vá parar em Morro de São Paulo.
Sabedoria popular
Ontem estava dando carona a uma funcionária e ficamos atrás de um caminhão. Como o trânsito estava lento, o quê já não é novidade, fiquei observando a traseira do veículo e consegui perceber que algum vizinho sacana escreveu: Buda é corno de São Cristovão, logo deduzimos que Buda era o apelido do caminhoneiro.
Foi quando a funcionária disse: Todo caminhoneiro é corno e corneteiro, dá e recebe. Tão profundo isso, que me levou a uns questionamentos internos. É dando que se recebe ou basta receber para dar? Se todo caminhoneiro é corno e corneteiro, as caminhoneiras também são?
Afinal as mulheres estão dominando tudo, até as estradas, às vezes vejo as Scanias estacionadas em alguns lugares e não acredito que mulheres femininas e delicadas conseguem pilotar aquilo.
Foi quando a funcionária disse: Todo caminhoneiro é corno e corneteiro, dá e recebe. Tão profundo isso, que me levou a uns questionamentos internos. É dando que se recebe ou basta receber para dar? Se todo caminhoneiro é corno e corneteiro, as caminhoneiras também são?
Afinal as mulheres estão dominando tudo, até as estradas, às vezes vejo as Scanias estacionadas em alguns lugares e não acredito que mulheres femininas e delicadas conseguem pilotar aquilo.
Sotaque camaleônico
Adoro uma pessoa que tem uma patologia social engraçada, chamada de sotaque camaleônico, que é quando se altera o próprio sotaque de acordo com o sotaque da pessoa com quem se está falando. Especialistas afirmam que não há cura, nem tratamento para isto e que as pessoas que sofrem deste mal devem evitar congressos nacionais e internacionais por correrem o risco de entrar em surto mental.
A primeira vez que notei a patologia foi há alguns anos quando esta amiga me ligou para contar a resenha da noite anterior: Barbaridade amiga! A noite ontem foi tri-demais, tu tinhas que ter ido. Achei que ela estava curtindo porque tinha ficado com alguém do Sul. Passado um tempo ela me ligou para contar das férias no Recife: Vixe bichin, Ricifi é show, sabe?! Notei algo estranho, mas não quis ser desagradável por conhecê-la pouco. Até que um dia não agüentei, ela ligou dizendo que tinha conhecido alguém maravilhoso: Uai sô! Ô trem bão de beijar, Nú! É de Minas? Perguntei. Noss Sinhora! É di Contagi, Mines Gerais, sô! E porque você tá falando assim?Insisti. Assim como moss? Uma vez viajamos para Sampa e assim que desembarcamos, ela me lançou um Orra Meu! Tá um puta frio aqui meu! Resolvi me afastar da pessoa com medo de ser contaminada. Meses depois ela me ligou: Oxente Moca, que foi que sumiu? O bom e velho sotaque baiano, lento e ritmado, como tem que ser. Fiquei feliz, achei que minha amiga estava curada. Passou-se anos falando baianês, até que no final do ano passado recebi a terrível ligação: Ah Moleque, perdeu playboy! Vamoss Tomar umasss brejass amiga. Podíamos almoçar no mixtura, comer uma moqueaca. Choquei total! Ainda bem que a fase tarja preta durou pouco.
Confesso que estou preocupada com essa Copa na África, eu não vou dar conta de ouvi-la falando no sotaque de alguma tribo do interior do Congo, algo como: Moca, mo at isang dakilang kaibigan. Eu já presenciei falando espanhol do nada ao falar sobre Che Guevara e não foi legal.
A primeira vez que notei a patologia foi há alguns anos quando esta amiga me ligou para contar a resenha da noite anterior: Barbaridade amiga! A noite ontem foi tri-demais, tu tinhas que ter ido. Achei que ela estava curtindo porque tinha ficado com alguém do Sul. Passado um tempo ela me ligou para contar das férias no Recife: Vixe bichin, Ricifi é show, sabe?! Notei algo estranho, mas não quis ser desagradável por conhecê-la pouco. Até que um dia não agüentei, ela ligou dizendo que tinha conhecido alguém maravilhoso: Uai sô! Ô trem bão de beijar, Nú! É de Minas? Perguntei. Noss Sinhora! É di Contagi, Mines Gerais, sô! E porque você tá falando assim?Insisti. Assim como moss? Uma vez viajamos para Sampa e assim que desembarcamos, ela me lançou um Orra Meu! Tá um puta frio aqui meu! Resolvi me afastar da pessoa com medo de ser contaminada. Meses depois ela me ligou: Oxente Moca, que foi que sumiu? O bom e velho sotaque baiano, lento e ritmado, como tem que ser. Fiquei feliz, achei que minha amiga estava curada. Passou-se anos falando baianês, até que no final do ano passado recebi a terrível ligação: Ah Moleque, perdeu playboy! Vamoss Tomar umasss brejass amiga. Podíamos almoçar no mixtura, comer uma moqueaca. Choquei total! Ainda bem que a fase tarja preta durou pouco.
Confesso que estou preocupada com essa Copa na África, eu não vou dar conta de ouvi-la falando no sotaque de alguma tribo do interior do Congo, algo como: Moca, mo at isang dakilang kaibigan. Eu já presenciei falando espanhol do nada ao falar sobre Che Guevara e não foi legal.
26 de maio de 2010
Offélia Night Club
A casa de M. Franco é o point dos solteiros da cidade de Salvador. Não há melhor lugar para curar uma dor de cotovelo. Em uma das minhas muitas idas ao recinto, encontrei uma grande amada amiga taurina lá, que já tinha bebido mais do que devia e estava sofrendo com o fim de seu relacionamento com um Pomba Lesa, como são conhecidos os nativos de Ribeira do Pombal. A psicóloga Laise, não acreditava no estado da sua amiga. Embalada a vodka e energético, ninguém se divertia mais que minha amiga taurina, aliás, Valdelicia Cremosa a superava em alguns poucos momentos.
DJ André até pediu a dona do lugar para proibir a entrada da Loira, mas ao invés disso, M. Franco deu foi cartão V.I.P para ela e o amigo, afinal o que eles consumiam no bar, pagava o salário do Barman Roque, da faxineira e de dois seguranças.
Para provar que desta vez não estou exagerando segue vídeo do circuito interno de TV do respeitoso estabelecimento. Se observarem o vídeo com cuidado poderão me ver de branco, sem escova nos cabelos, dançando com Cisseta cabeluda, que na época era loira.
DJ André até pediu a dona do lugar para proibir a entrada da Loira, mas ao invés disso, M. Franco deu foi cartão V.I.P para ela e o amigo, afinal o que eles consumiam no bar, pagava o salário do Barman Roque, da faxineira e de dois seguranças.
Para provar que desta vez não estou exagerando segue vídeo do circuito interno de TV do respeitoso estabelecimento. Se observarem o vídeo com cuidado poderão me ver de branco, sem escova nos cabelos, dançando com Cisseta cabeluda, que na época era loira.
Momento de matar saudade e descobrir um segredo
Resolvi que sempre postarei algo que relembre a minha infância, afinal, por mais cheia de desafios que ela tenha sido, foi maravilhosa.
O vídeo abaixo todo mundo conhece, mas aposto que poucos sabiam que a voz entoada é nada mais nada menos, que o primeiro single da nossa querida Murymélia.
Mãe, eu quero uma caixa de 36 cores!
Segue foto do dia da gravação. É possível perceber que a parceria da dupla vem desde pequenas.
O vídeo abaixo todo mundo conhece, mas aposto que poucos sabiam que a voz entoada é nada mais nada menos, que o primeiro single da nossa querida Murymélia.
Mãe, eu quero uma caixa de 36 cores!
Segue foto do dia da gravação. É possível perceber que a parceria da dupla vem desde pequenas.
Melhorando
Para quem estava preocupado com o sumiço da nossa querida, fiquem sabendo que o Furúnculo que se instalou na área nobre do seu corpo e que a impedia de jogar e badalar já está quase bom. Conversei com ela hoje e pude notar que está mais feliz do que quando a água chegou ao seu município no ano passado.
Eitcha que o Baba de Moças Estressadas promete.
Eitcha que o Baba de Moças Estressadas promete.
25 de maio de 2010
Flanelinha X Barbeira
Quem sai comigo de carro sabe que eu sou super barbeira. Tem mais de dois anos que Love diz que estou melhorando, mas sempre se surpreende quando acerto a baliza.
Uma vez fui pegar um amigo em sua casa, numa ladeira, tudo indo bem, ele entrou no carro, eu tirei o pé do freio, acelerei e pronto o carro começou a se movimentar, só depois que ele gritou e o carro de trás buzinou foi que percebi que o carro estava descendo de ré, já que eu não tinha engatado a primeira.
Lembro que quando tirei carteira saia sempre com dois amigos e quando ia estacionar de ré, ficava um olhando a vaga, minha amiga girando o volante e eu acelerando, um verdadeiro trabalho em equipe.
Flanelinha comigo sofre, tem que trabalhar mesmo, se movimentar, orientar. Se bem que conheci um que nem levantou da calçada, mas a vaga era fácil, de frente mesmo. Os flanelinhas têm idioma próprio, se um tentar atravessar o outro vai ouvir a ameaça, se saia vu?! O insuportável venha, venha, aêê! É só dois real adiantado para comprar o pão! Gira todo, desfaz. Se bem que uma vez, no Rio Vermelho, o guardador me deu boa noite, perguntou se estava tudo bem e se eu poderia adiantar o pagamento para ele lanchar, fiquei tão encantada que não só paguei os R$2,00, como perguntei de onde ele era, porque da terra da alegria não podia ser, Curitibano.
Hoje estava tentando estacionar e o guardador já chegou cheio de moral, quando terminei de estacionar, ele pediu para eu ajeitar, bota na Ticnau! Olhei pro carro do lado e deduzi que Ticnau era estacionar de lado, quando comecei a manobrar ele começou a gritar, na Ticnau, na Ticnau, parei o carro, o chamei e perguntei como ele queria que eu estacionasse, e ele já irritado respondeu que era na Ticnau. Eu já querendo rir perguntei o que era Ticnau, daí ele mais calmo respondeu que Ticnau era como os carros da frente. Ah!? Na DIAGONAL? Isso mesmo na Dignau.
Uma vez fui pegar um amigo em sua casa, numa ladeira, tudo indo bem, ele entrou no carro, eu tirei o pé do freio, acelerei e pronto o carro começou a se movimentar, só depois que ele gritou e o carro de trás buzinou foi que percebi que o carro estava descendo de ré, já que eu não tinha engatado a primeira.
Lembro que quando tirei carteira saia sempre com dois amigos e quando ia estacionar de ré, ficava um olhando a vaga, minha amiga girando o volante e eu acelerando, um verdadeiro trabalho em equipe.
Flanelinha comigo sofre, tem que trabalhar mesmo, se movimentar, orientar. Se bem que conheci um que nem levantou da calçada, mas a vaga era fácil, de frente mesmo. Os flanelinhas têm idioma próprio, se um tentar atravessar o outro vai ouvir a ameaça, se saia vu?! O insuportável venha, venha, aêê! É só dois real adiantado para comprar o pão! Gira todo, desfaz. Se bem que uma vez, no Rio Vermelho, o guardador me deu boa noite, perguntou se estava tudo bem e se eu poderia adiantar o pagamento para ele lanchar, fiquei tão encantada que não só paguei os R$2,00, como perguntei de onde ele era, porque da terra da alegria não podia ser, Curitibano.
Hoje estava tentando estacionar e o guardador já chegou cheio de moral, quando terminei de estacionar, ele pediu para eu ajeitar, bota na Ticnau! Olhei pro carro do lado e deduzi que Ticnau era estacionar de lado, quando comecei a manobrar ele começou a gritar, na Ticnau, na Ticnau, parei o carro, o chamei e perguntei como ele queria que eu estacionasse, e ele já irritado respondeu que era na Ticnau. Eu já querendo rir perguntei o que era Ticnau, daí ele mais calmo respondeu que Ticnau era como os carros da frente. Ah!? Na DIAGONAL? Isso mesmo na Dignau.
24 de maio de 2010
Voluntária da Bagunça
Uma das melhores experiências da minha vida foi fazer um trabalho voluntário em uma creche na Boca do Rio. Minha função era ajudar a professora com seus 22 alunos.
Meu primeiro dia foi para observar a turma, sentei no fundo da sala e fui observada o tempo todo pelos alunos que mal olhavam para o quadro. A primeira lição foi montar sílabas, L + A = La; entenderam meninos?; Siiimmm; Então L+A= ao quê? La, Ba, Le, cada um respondia uma coisa. L+A= La, insistiu a paciente professora. Vocês agora, L+A=? 21 alunos responderam La e se calaram, daí uma única aluna no meio do silêncio gritou Le. Dei uma gargalhada inconveniente, mas engoli logo que vi a cara da professora e da aluninha desapontada.
A turma era cheia de figuras, cantor de funk, babão, intelectual, fortão, muitas pestes e uma menina que não falava com ninguém mesmo, ela era bem gordinha e sofria com a crueldade inconsciente das crianças.
Nem preciso dizer que em 3 dias já tinha conquistado a galerinha, que me chamava de Tia Seca, fofos! A que eu mais gostava se chamava Priscila e todos os dias ela ia com uma trança na testa, era tão engraçadinho, quando não agüentei de curiosidade e por ter certeza de que não era sua mãe quem penteava seu cabelo, perguntei e ela disse que era sua irmã mais velha, de 9 anos que fazia o penteado. Unhum, explicado!
Passei por momentos embaraçosos como quando um aluno me disse que não gostava de estudar. Então quando questionei o que ele queria ser quando crescesse ele me disse que queria ser da Policia e para incentivá-lo disse que para ser policial ele teria que estudar, ele me olhou desapontado e respondeu que nesse caso ele preferiria ser bandido. Fala o que gente? Espero que ele tenha desistido dessa idéia. O outro momento foi quando perguntei a uma aluna o que ela gostaria de ser quando ficasse grande e ela me respondeu que queria ser dançarina ou garota de programa. Resolvi neste dia que não faria mais esta pergunta.
Era tão difícil fazê-los se concentrar para atividades escolares. Tinha aluno que queria que eu ficasse em pé do lado dele até a aula acabar, tão carente e tão fofinho. Sabe aquelas crianças feinhas que ficam bonitinhas de tão engraçadinhas?! se não fosse o nariz escorrer a aula toda...
Dia de sexta era integração, não tinha aula, assistíamos desenhos, filmes ou fazíamos brincadeiras. Um dia estava brincando com eles perto de um tanque de água e dentro tinha um helicóptero e um aluno de 5 anos olhou e disse: olha tia o helicóptero de Fernanda Vogel (modelo que namorava João Paulo Diniz e morreu no acidente de Helicóptero), choquei, como ele sabia aquilo?!
Em outra sexta a professora teve que sair e me deixou sozinha com os monstrinhos, que felizes ao me ver resolveram me abraçar de uma só vez, nem preciso dizer que perdi o equilíbrio e que para não cair me apoiei na mais chatinha da turma que afundou no meio dos alunos. Sei que isso não foi legal, mas imaginem se eu caísse? Foi graças a essa solidária aluna que me ofereceu seu ombro amigo para eu me apoiar, que consegui recuperar meu equilíbrio.
Perdi totalmente o controle da turma: a chatinha chorava, os meninos brigavam, as meninas brigavam. Um barulho insuportável. Foi quando tive a brilhante idéia de chamar o funkeiro e pedi para ele cantar uma música que eu ajudava, ai ele lançou o estourado:
Quer dançar, quer dançar / O Tigrão vai te ensinar / Eu vou passar cerol na mão, assim, assim / Vou cortar você na mão, vou sim, vou sim.
Na seqüência e sem perder o fôlego Mc Rodolfo com a ajuda da galera já cantava outro sucesso:
Pula sai do chão esse e o bonde do tigrão/ libera a energia e vem pro meio do salão/ o baile esta tomado eu quero ver você dança/ ta tudo dominado e o planeta vai grita assim: uh só as cachorras / uh uh uh uh uh ! as preparadas.
Quando eu vi todos meninos estavam batucando e cantando e as meninas dançando e dizendo, é assim ó tia que dança, com as mãozinhas no joelho. Um completo baile funk, bem organizado, sem bebida alcoólica e com tchutchucas comportadas. Foi a primeira vez que vi a “mudinha” sorrindo, ela ficou sentada do meu lado eaté falou comigo, disse que tinha 7 anos. O sucesso foi tamanho que todas as outras professoras vieram para ver o que estava acontecendo na sala.
Nem preciso dizer que depois disso, a professora da turma me pediu para só voltar lá nas sextas porque nos outros dias eu atrapalhava a turma. Sei que ela ficou enciumada com o amor que os alunos tinham por mim, mas entendi seu lado e deixei o trabalho voluntário. Sei o nome de todos os alunos até hoje e espero que estejam bem. Sempre trago no coração a lembrança desta experiência e a lição de que é fácil ser feliz fazendo tão pouco e que professor é sagrado, porque conseguir ensinar é um dom. Segue foto com os anjinhos:
Meu primeiro dia foi para observar a turma, sentei no fundo da sala e fui observada o tempo todo pelos alunos que mal olhavam para o quadro. A primeira lição foi montar sílabas, L + A = La; entenderam meninos?; Siiimmm; Então L+A= ao quê? La, Ba, Le, cada um respondia uma coisa. L+A= La, insistiu a paciente professora. Vocês agora, L+A=? 21 alunos responderam La e se calaram, daí uma única aluna no meio do silêncio gritou Le. Dei uma gargalhada inconveniente, mas engoli logo que vi a cara da professora e da aluninha desapontada.
A turma era cheia de figuras, cantor de funk, babão, intelectual, fortão, muitas pestes e uma menina que não falava com ninguém mesmo, ela era bem gordinha e sofria com a crueldade inconsciente das crianças.
Nem preciso dizer que em 3 dias já tinha conquistado a galerinha, que me chamava de Tia Seca, fofos! A que eu mais gostava se chamava Priscila e todos os dias ela ia com uma trança na testa, era tão engraçadinho, quando não agüentei de curiosidade e por ter certeza de que não era sua mãe quem penteava seu cabelo, perguntei e ela disse que era sua irmã mais velha, de 9 anos que fazia o penteado. Unhum, explicado!
Passei por momentos embaraçosos como quando um aluno me disse que não gostava de estudar. Então quando questionei o que ele queria ser quando crescesse ele me disse que queria ser da Policia e para incentivá-lo disse que para ser policial ele teria que estudar, ele me olhou desapontado e respondeu que nesse caso ele preferiria ser bandido. Fala o que gente? Espero que ele tenha desistido dessa idéia. O outro momento foi quando perguntei a uma aluna o que ela gostaria de ser quando ficasse grande e ela me respondeu que queria ser dançarina ou garota de programa. Resolvi neste dia que não faria mais esta pergunta.
Era tão difícil fazê-los se concentrar para atividades escolares. Tinha aluno que queria que eu ficasse em pé do lado dele até a aula acabar, tão carente e tão fofinho. Sabe aquelas crianças feinhas que ficam bonitinhas de tão engraçadinhas?! se não fosse o nariz escorrer a aula toda...
Dia de sexta era integração, não tinha aula, assistíamos desenhos, filmes ou fazíamos brincadeiras. Um dia estava brincando com eles perto de um tanque de água e dentro tinha um helicóptero e um aluno de 5 anos olhou e disse: olha tia o helicóptero de Fernanda Vogel (modelo que namorava João Paulo Diniz e morreu no acidente de Helicóptero), choquei, como ele sabia aquilo?!
Em outra sexta a professora teve que sair e me deixou sozinha com os monstrinhos, que felizes ao me ver resolveram me abraçar de uma só vez, nem preciso dizer que perdi o equilíbrio e que para não cair me apoiei na mais chatinha da turma que afundou no meio dos alunos. Sei que isso não foi legal, mas imaginem se eu caísse? Foi graças a essa solidária aluna que me ofereceu seu ombro amigo para eu me apoiar, que consegui recuperar meu equilíbrio.
Perdi totalmente o controle da turma: a chatinha chorava, os meninos brigavam, as meninas brigavam. Um barulho insuportável. Foi quando tive a brilhante idéia de chamar o funkeiro e pedi para ele cantar uma música que eu ajudava, ai ele lançou o estourado:
Quer dançar, quer dançar / O Tigrão vai te ensinar / Eu vou passar cerol na mão, assim, assim / Vou cortar você na mão, vou sim, vou sim.
Na seqüência e sem perder o fôlego Mc Rodolfo com a ajuda da galera já cantava outro sucesso:
Pula sai do chão esse e o bonde do tigrão/ libera a energia e vem pro meio do salão/ o baile esta tomado eu quero ver você dança/ ta tudo dominado e o planeta vai grita assim: uh só as cachorras / uh uh uh uh uh ! as preparadas.
Quando eu vi todos meninos estavam batucando e cantando e as meninas dançando e dizendo, é assim ó tia que dança, com as mãozinhas no joelho. Um completo baile funk, bem organizado, sem bebida alcoólica e com tchutchucas comportadas. Foi a primeira vez que vi a “mudinha” sorrindo, ela ficou sentada do meu lado eaté falou comigo, disse que tinha 7 anos. O sucesso foi tamanho que todas as outras professoras vieram para ver o que estava acontecendo na sala.
Nem preciso dizer que depois disso, a professora da turma me pediu para só voltar lá nas sextas porque nos outros dias eu atrapalhava a turma. Sei que ela ficou enciumada com o amor que os alunos tinham por mim, mas entendi seu lado e deixei o trabalho voluntário. Sei o nome de todos os alunos até hoje e espero que estejam bem. Sempre trago no coração a lembrança desta experiência e a lição de que é fácil ser feliz fazendo tão pouco e que professor é sagrado, porque conseguir ensinar é um dom. Segue foto com os anjinhos:
Os primeiros traumas a gente nunca esquece.
As duas coisas que mais ouço são: Você é uma figura, ou a clássica pergunta, por que você é assim? As colegas da faculdade brincavam que eu tinha caído do berço. Já para minha mãe os amigos perguntam: Como a senhora agüenta Moca? Resolvi esclarecer tudo.
O primeiro caso da minha vida aconteceu quando eu era apenas um indefeso bebê. Estava na minha primeira sessão de fotos externa.

Como podem ver eu sou o contrário do Michael Jackson, porque ele nasceu preto e ficou branco e eu nasci branca e fiquei preta, uma Barbie Preta. Au! Who’s bad?!
Neste belo dia, Mamy me colocou para tomar sol deitadinha numa almofada e se distraiu tirando foto do meu irmão, que é o oposto da Beyoncé, que nasceu de cabelo preto e agora é loira.

Se observarem a foto irão ver o momento em que fiz um movimento brusco, achando que estava no meu berço King Size, rolei e cai de cara no canteiro, engolindo uma quantidade absurda de terra. Tá, essa parte da terra é mentira, só queria dar mais emoção. Mas acho que é por isso que não gosto de plantas.
Passado alguns meses tive meu primeiro aniversário, uma festa de arromba, meses de preparação.

Qualquer um podia entrar, meu pai sempre gostou muito disso, chamar as pessoas passantes na rua para entrar em nossas festas, o que no caso deste aniversário resultou no roubo de todos os meus presentes. Deve ser por isso que é tão difícil me dar presentes sem uma dica, eu nunca sei o que quero, na verdade eu sei, eu quero estes presentes da foto de volta.

Meu pai era meio bicho-grilo, acreditava na igualdade social e no movimento hippie, radical, tipo pentear cabelo e vestir roupas legais era coisa de burguês. Pois bem, um belo sábado eu acordei e Mamy ainda estava dormindo, então Papy me deu algo para comer, me colocou no potente corcel azul e me levou para o sítio de um amigo sem avisar nada a ninguém e sem ao menos escolher um shortinho. Detalhe, não havia celular na época e demoramos a voltar para casa.

Mamy diz que foi por isso que eu fiquei doidinha, mas eu sei que não fiquei assim por causa do meu pai figuraça, mas sim porque minha mãe achava que eu e minha irmã, dois anos mais nova, éramos gêmeas. Se ao menos nos parecêssemos. Provavelmente é por isso que tento ser diferente.

Além disso, quando ela foi escolhida festeira na Zona Rural onde meu avô nasceu, advinha quem ela escolheu para desfilar na procissão, no sol do meio-dia? Todas as crianças do vilarejo queriam participar, menos eu. Não teve jeito. Precisavam ver as crianças querendo se vestir de anjinhos. Será que é por isso que não tenho religião definida?

Voltando a falar do meu pai, além de Bicho-grilo, ele é muito pirracento e eu sempre fui seca, juntando uma coisa à outra, tive esta traumatizante surpresa no meu aniversário de 10 anos. Favor notar o bolo e imaginar a gozação que foi esta noite.

Meu último e pior trauma foi a minha festa de 15 anos, não quero falar muito sobre ela e acho que a foto diz tudo. Se não entenderem o porquê da minha cara fechada, basta olhar para meus pés.

Ah! Isso aconteceu dias antes da festa, num jogo de futebol, por isso não teve como cancelar o evento. Entendem porque não divido bola com Kaykay Avatar?!
Espero que agora entendam porque sou assim tão perturbada e feliz, afinal nada melhor para vida do que ter uma família louca, além disso, depois de todos estes traumas somados a minha experiência no Jardim de infância, tomei a certissima decisão de que nada poderá abalar meu bom humor ou me deixar triste por mais de 24 horas. Viva o tempo!
O primeiro caso da minha vida aconteceu quando eu era apenas um indefeso bebê. Estava na minha primeira sessão de fotos externa.

Como podem ver eu sou o contrário do Michael Jackson, porque ele nasceu preto e ficou branco e eu nasci branca e fiquei preta, uma Barbie Preta. Au! Who’s bad?!
Neste belo dia, Mamy me colocou para tomar sol deitadinha numa almofada e se distraiu tirando foto do meu irmão, que é o oposto da Beyoncé, que nasceu de cabelo preto e agora é loira.

Se observarem a foto irão ver o momento em que fiz um movimento brusco, achando que estava no meu berço King Size, rolei e cai de cara no canteiro, engolindo uma quantidade absurda de terra. Tá, essa parte da terra é mentira, só queria dar mais emoção. Mas acho que é por isso que não gosto de plantas.
Passado alguns meses tive meu primeiro aniversário, uma festa de arromba, meses de preparação.

Qualquer um podia entrar, meu pai sempre gostou muito disso, chamar as pessoas passantes na rua para entrar em nossas festas, o que no caso deste aniversário resultou no roubo de todos os meus presentes. Deve ser por isso que é tão difícil me dar presentes sem uma dica, eu nunca sei o que quero, na verdade eu sei, eu quero estes presentes da foto de volta.

Meu pai era meio bicho-grilo, acreditava na igualdade social e no movimento hippie, radical, tipo pentear cabelo e vestir roupas legais era coisa de burguês. Pois bem, um belo sábado eu acordei e Mamy ainda estava dormindo, então Papy me deu algo para comer, me colocou no potente corcel azul e me levou para o sítio de um amigo sem avisar nada a ninguém e sem ao menos escolher um shortinho. Detalhe, não havia celular na época e demoramos a voltar para casa.

Mamy diz que foi por isso que eu fiquei doidinha, mas eu sei que não fiquei assim por causa do meu pai figuraça, mas sim porque minha mãe achava que eu e minha irmã, dois anos mais nova, éramos gêmeas. Se ao menos nos parecêssemos. Provavelmente é por isso que tento ser diferente.

Além disso, quando ela foi escolhida festeira na Zona Rural onde meu avô nasceu, advinha quem ela escolheu para desfilar na procissão, no sol do meio-dia? Todas as crianças do vilarejo queriam participar, menos eu. Não teve jeito. Precisavam ver as crianças querendo se vestir de anjinhos. Será que é por isso que não tenho religião definida?

Voltando a falar do meu pai, além de Bicho-grilo, ele é muito pirracento e eu sempre fui seca, juntando uma coisa à outra, tive esta traumatizante surpresa no meu aniversário de 10 anos. Favor notar o bolo e imaginar a gozação que foi esta noite.

Meu último e pior trauma foi a minha festa de 15 anos, não quero falar muito sobre ela e acho que a foto diz tudo. Se não entenderem o porquê da minha cara fechada, basta olhar para meus pés.

Ah! Isso aconteceu dias antes da festa, num jogo de futebol, por isso não teve como cancelar o evento. Entendem porque não divido bola com Kaykay Avatar?!
Espero que agora entendam porque sou assim tão perturbada e feliz, afinal nada melhor para vida do que ter uma família louca, além disso, depois de todos estes traumas somados a minha experiência no Jardim de infância, tomei a certissima decisão de que nada poderá abalar meu bom humor ou me deixar triste por mais de 24 horas. Viva o tempo!
21 de maio de 2010
Badalando pelo Original
O querido casal 'amor que fica é amor em itaparica', foi visto super apaixonado e rebolativo no show de Nara Costa, domingo passado no Origin. Fontes sigilosas me disseram que estavam comemorando 1 mês de namoro lá. Que romântico professora Helena!
Outras celebridades também estavam arrochando de com força num dos Trash points da cidade. Inclusive Valdelicia Cremosa só não subiu no palco porque os amigos imploraram que não fizesse isso.
Estou até com saudades de pagodear ao som de viola de 12. Conheço duas pessoa que até recebem mensagem no celular avisando quando a banda tocará no local. Ficarei atenta e prometo ir na próxima para fazer alguns vídeos e mostrar que a noite de Salvador aos domingos não está perdida, mas está uma perdição.
Outras celebridades também estavam arrochando de com força num dos Trash points da cidade. Inclusive Valdelicia Cremosa só não subiu no palco porque os amigos imploraram que não fizesse isso.
Estou até com saudades de pagodear ao som de viola de 12. Conheço duas pessoa que até recebem mensagem no celular avisando quando a banda tocará no local. Ficarei atenta e prometo ir na próxima para fazer alguns vídeos e mostrar que a noite de Salvador aos domingos não está perdida, mas está uma perdição.
Não resisto a uma pirraça
Rosicleide e Klebinson, um amor vagabundo

Uma empregada doméstica de casa de barão, moradora da Baixo do Soronha, que aproveitou que o marido teve que dobrar o turno nas obras do Le Parc e foi com o ex-cunhado para noite do arrocha no Língua de Prata, em Itapoan(Precisamos decidir como se escreve isso). Para sua surpresa e desespero, encontra seu marido Klebinson arrochando com a maior piriguete do Tocaia. Barraco armado, temos que contar para Liane Cardoso do Bafafá. E agora Bocão?! Eu quero o 'divorso' e a pensão dos 'minino'. Mas tudo acabou bem, Klebinson perdoou e deixa, às vezes, Rosicleide sair sozinha para dançar arrocha.
Agora imaginem inventar tudo isso em 15 minutos e apresentar em menos tempo ainda. O pior é que incorporei tanto Rosicleide que não consigo parar de cantar: Ela sai de saia/ De bicicletinha/ Uma mão vai no guidon/ E a outra tapando a calcinha. Eta musiquinha gostosa de dançar! Acho que essa musica dominou minha mente porque havia muitos anos que eu não vestia uma micro-saia deixando à mostra minhas belas coxas grossas.
20 de maio de 2010
Morangos: um sonho quase impossível

Quem acha que vou falar sobre a boca de Joana Filet se enganou, apesar de ser chamada pelos churrascos da vida de Boca de Morango, a estória aqui é outra.
Trata-se de uma estória verídica que aconteceu numa cidadezinha do interior da Bahia, há quase 30 anos, quando morango era coisa muito da chique e da cara. Quem me contou o caso foi uma amiga, que ouviu de uma amiga, que ouviu de uma DJ famosa daqui de Salvador, que é amiga pessoal do rapaz que viveu o que aqui será relatado.
Era uma vez um menino chamado Junior que tinha 9 anos e adorava morangos, mesmo sem nunca ter comido. Só comia biscoito recheado de morango, sorvete de morango e só tomava alimbinha de morango. Ficava assistindo as novelas e quando alguém aparecia comendo uma torta de morango, coisa que não existia no interior ele delirava e dizia: Hum! Morango! Quando passava algum comercial que tinha morangos ele corria para frente da TV, colocava as mãos sob o queixo e passava a linguinha na boca, desejando aquela fruta vermelha e misteriosa. Era um fascínio sem igual, precisavam vê-lo comendo chambinho, lentamente, aproveitando cada molécula de morango existente.
Num belo dia sua mãe veio a Salvador fazer exames médicos, motivo maior das visitas de pessoas do interior a capital, engana-se quem pensa que eles vêm para ver o mar, muita gente no interior da Bahia morre sem conhecer esse lagoão grandão de meu Deus. Foi numa caminhada pela Seven Avenue que ela viu um ambulante que vendia morangos em caixas plásticas, foi impossível não pensar em Júnior e com seu coração de mãe pegou o dinheiro que gastaria comprando uma clássica camiseta com um sol rastafári e a frase sorria que você está na Bahia e comprou a caixa de morangos. Foi no ônibus de volta para o interior com a caixinha no colo para não amassar as frutas que ela também nunca tinha experimentado.
Chegando em casa foi uma festa, Junior estava vendo TV e não viu quando sua mãe chegou com a surpresa. A família toda se reuniu na cozinha esperando pelo mágico momento em que Júnior finalmente comeria a tão desejada e sonhada fruta. Eufórica a mãe gritou: Júnior vem aqui na cozinha que a mãe trouxe uma surpresa para você de Salvador! Ele notou algo diferente na voz da sua mãe e seguiu serelepe para cozinha cantarolando sua musica preferida: Você só colheu o que você plantou/ Por isso que eles falam que eu sou sonhador/ E digo o que ela significa pra mim?!/ Ela é um morango aqui no nordeste.
Foi quando Junior viu o inacreditável, seus olhos brilharam incrédulos, era exatamente igual ao que ele via na TV. Ele se aproximou lentamente da caixa, pegou em suas mãos, suspirou fundo e disse: Morangos! E em seguida desmaiou.
Sit, because is mint.
Hoje de manhã, enquanto aguardava meu irmão, me peguei ouvindo de um carro e cantando feliz a seguinte música:
Já que você me provocou, agora experimenta
Senta que é de Menta, Senta que é de Menta
Tchaca Tchaca, Vuco - Vuco, Será que você agüenta ?
Senta que é de Menta, Senta que é de Menta
Daí imaginei a seguinte situação, um gringo super envolvido com esta canção, me perguntando o que tem na letra da música, afinal ela tem um ritmo bem envolvente. E ai?! Como é que traduz isso? Posso até inventar que Tchaca Tchaca, Vuco - Vuco, vem do Tupi Guarani e significa um amor carnal, mas e o restante? Fiquei imaginando o gringo dançando e figindo tá sentando, sem saber que a menta é doce,mas não é mole não. (outra expressão que nunca entendi.)
Esse meu novo momento de prestar atenção as letras das músicas para curar minha dislexia musical tá me deixando maluca.
Já que você me provocou, agora experimenta
Senta que é de Menta, Senta que é de Menta
Tchaca Tchaca, Vuco - Vuco, Será que você agüenta ?
Senta que é de Menta, Senta que é de Menta
Daí imaginei a seguinte situação, um gringo super envolvido com esta canção, me perguntando o que tem na letra da música, afinal ela tem um ritmo bem envolvente. E ai?! Como é que traduz isso? Posso até inventar que Tchaca Tchaca, Vuco - Vuco, vem do Tupi Guarani e significa um amor carnal, mas e o restante? Fiquei imaginando o gringo dançando e figindo tá sentando, sem saber que a menta é doce,mas não é mole não. (outra expressão que nunca entendi.)
Esse meu novo momento de prestar atenção as letras das músicas para curar minha dislexia musical tá me deixando maluca.
17 de maio de 2010
Preso os Ladrões que tocaram o terror no Verdinho
Acabei de assistir no BA TV que 5 dos 7 bandidos safados e preconceituosos que acabaram com o Chá de cozinha de Lady Di-conchinha foram presos. Durante a reposrtagem imagens do sistema interno de segurança do Point Verde foram mostradas. Foi possível matar a saudade da capa da Playboy de junho Murymélia e da cobradora de onibus espacial Mandy Huauá.
É a polícia trabalhando por uma Bahia mais segura. Vida longa as Gobys queridas.
Se a chuva der uma tregua, precisamos bater o nosso Baba de Moças para celebrar as prisões.
É a polícia trabalhando por uma Bahia mais segura. Vida longa as Gobys queridas.
Se a chuva der uma tregua, precisamos bater o nosso Baba de Moças para celebrar as prisões.
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